Saiba as tecnologias usadas por recordistas de produtividade

Para garantir que a produção seja eficiente, as empresas do agronegócio têm buscado a inovação e a constante atualização tecnológica para oferecer mais eficiência e maior rentabilidade aos produtores, os quais representam um pilar fundamental na evolução da agricultura.

De acordo com as informações divulgadas pela BRANDT, a busca por inovação somada ao manejo dos produtores proporcionou altas produtividades ao redor do mundo. Na Geórgia, o agricultor Randy Dowdy chegou a 213,2 sacas de soja por hectare e o produtor David Hula, na Virgínia, alcançou 644,6 sacas de milho por hectare. Ambos são os atuais recordes mundiais de produtividade para essas culturas, e estes números com certeza saltam aos olhos de qualquer produtor.

No Brasil, as tecnologias utilizadas pelos recordistas somam 2,5 milhões de hectares aplicados e já fazem parte do manejo de um grupo seleto de produtores que buscam constantemente maior produtividade e rentabilidade com a adoção de inovações tecnológicas. A BRANDT, empresa norte-americana fundada em 1953 e presente em mais de 65 países, é a responsável pelo desenvolvimento destas tecnologias e a sua distribuição no Brasil.

Segundo Samuel Guerreiro, Diretor de Marketing e Inovação da BRANDT do Brasil, essas tecnologias foram desenvolvidas a partir de pesquisas nos Estados Unidos e validadas no Brasil. “Os dois recordes mundiais de produtividade contaram com as linhas Smart System e Manni-Plex, que atuam na fisiologia das plantas trazendo maior eficiência nutricional, capazes de gerar retornos elevados. Dessa forma, o agricultor consegue potencializar a produtividade e otimizar a área plantada e os recursos investidos”, afirma.

Guerreiro conta que no Brasil os produtores estão cada vez mais conectados às inovações e visam altas produtividades. “O país é uma das maiores potências agrícolas do mundo, pois o produtor brasileiro tem alto nível tecnológico, conhecimento técnico e está sempre em busca de melhorias em sua lavoura que lhe tragam maior retorno econômico. Com isso, a adesão às tecnologias vem crescendo rapidamente no país. Nossa meta é alcançar os recordes já obtidos nos Estados Unidos junto aos produtores brasileiros”, afirma.

 Da redação com o Agrolink

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