Portugal autoriza uso de insetos para alimentação humana

A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) de Portugal aprovou recentemente a utilização de insetos para a alimentação humana no país, inteiros ou em forma de farinha. No entanto, a entidade suspende a comercialização desses animais em ou extratos.

“Após conclusão de um processo de autorização no âmbito do regulamento dos novos alimentos foi, no passado dia 1 de junho, publicado o Regulamento de Execução que autoriza o novo alimento “Larvas de Tenebrio molitor desidratadas”, a ser colocado no mercado. De notar que terá que ser dado cumprimento a determinadas especificações e disposições de rotulagem, nomeadamente relativas a reações alérgicas, mencionadas nesse regulamento”, informou em nota.

A partir de agora, Portugal entra em um período transitório no qual é possível comercializar insetos que foram legalmente colocados no mercado, em um país da União Europeia, antes de 1 de janeiro de 2018. Além disso, é preciso ter sido apresentado um pedido de autorização de colocação no mercado, para esse inseto, como novo alimento ou alimento tradicional de país terceiro, antes de 1 de janeiro de 2019, informou a revista local Vida Rural.

As espécies de insetos que podem ser produzidas, comercializadas e utilizadas na alimentação, em Portugal, neste momento, são Acheta domesticus; Alphitobius diaperinus; Apis mellifera male pupae; Gryllodes sigillatus; Locusta migratória; Schistocerca Gregaria; e Tenebrio mollitor. No início do mês, já tinha sido publicado o Regulamento de Execução que autoriza o novo alimento “Larvas de Tenebrio molitor desidratadas”.

Da redação com o Agrolink

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