Christiane Pelajo paga mico e vira zuação no Twitter de Eduardo Bolsonaro

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PAGOU MICO

O filho ‘03’ do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), usou as redes sociais, na quarta-feira (23), para criticar a TV Globo. O deputado publicou um vídeo da jornalista Christiane Pelajo onde ela critica a execução do jornal da GloboNews. “Está cada dia mais difícil trabalhar aqui”, afirma a jornalista. “Cada dia há mais provas de que o clima está horrível na Globo lixo”, escreveu Eduardo. “O desespero é grande, a blogueira Christiane Pelajo confessa”, finaliza. O vídeo da apresentadora foi vazado nesta quarta-feira. “Eu vou sair daqui. Pode botar calhau, o que for, eu não vou ficar aqui pagando mico”, afirma ela. O nome da jornalista foi parar nos assuntos mais falados do Twitter.

AGORA VAI

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma administrativa pode ser aprovada, em dois turnos, até o início de setembro pela Câmara, segundo a perspectiva do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). Na próxima segunda-feira Lira tem reunião agendada com o relator, deputado Arthur Maia (DEM-BA), e o presidente da comissão, deputado Fernando Monteiro (PP-PE), para que seja definido o plano de trabalho sobre essas discussões. Para Arthur Lira, o tema deve gerar “discussões acaloradas” porque faz parte da bandeira de alguns partidos da Câmara.

CUSTO ELEVADO

Paulo Whitaker

Diante da pior crise hídrica em 91 anos, pela falta de chuva na proporção adequada, a segurança da geração de energia elétrica no país tem sido colocada em dúvida. A possibilidade de racionamento, embora negada pelo governo, voltou ao cenário. Para o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira, o consumidor não tem motivos para se preocupar com um apagão ou racionamento, pois hoje existem fontes de energia que garantem que isso não ocorra. O problema maior será o custo dessas alternativas, que vai parar diretamente na conta do consumidor. O lance é economizar energia, além de racionar o uso da água.

POR DECRETO

O presidente Jair Bolsonaro colocou uma pedra em cima de um assunto polêmico. Ele editou decreto que permite aos militares que estejam na ativa a exercer cargos nos governos por tempo indeterminado. O texto também foi assinado também pelo ministro da Defesa, Walter Braga Netto. A medida, que altera o texto de 2017, passa a considerar de natureza militar os cargos e funções, exercidos por militares, que compõem a estrutura regimental do Supremo Tribunal Federal (STF), do Ministério da Defesa, do Ministério de Minas e Energia, da Advocacia-Geral da União, dos órgãos integrantes das estruturas regimentais das Forças Armadas, da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. e das Indústrias Nucleares do Brasil S.A.

NOVA FRENTE

Já falei sobre esse tema aqui outras vezes e volto a destacar que o Senado aprovou na quarta-feira projeto de lei (PL) que autoriza fábricas de vacinas de uso veterinário a produzir vacinas contra covid-19, bem como insumos farmacêuticos ativos (IFA). A ideia é ampliar a oferta de doses de vacina e acelerar a imunização da população. O texto segue para sanção do presidente da República. De acordo com o projeto, os laboratórios de produtos veterinários devem cumprir todas as normas sanitárias e as exigências de biossegurança próprias dos estabelecimentos destinados à produção de vacinas humanas. Uma luta vitoriosa iniciada pelo senador Wellington Fagundes (DEM-MT). Parabéns!

QUEM PAGA?

Prefeituras e governos estaduais estão na mira da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). A entidade ingressou com ações civis públicas pedindo reparação financeira dos associados por conta das medidas de lockdown. A entidade estima que mais de 300 mil estabelecimentos do setor foram fechados durante a pandemia, e que 77% dos que retomaram à atividade seguem trabalhando com prejuízo. As ações foram aplicadas contra todos os governos estaduais e em 300 municípios do país. Segundo a associação, o valor justo de reparação seria de R$ 1 bilhão. O setor de bares e restaurantes foi um dos que mais sofreu durante a pandemia, totalizando mais de R$ 60 bilhões perdidos em vendas apenas no ano passado e 1,3 milhão de empregos fechados nesse período. Aqui, no Distrito Federal, o prejuízo estimado foi de R$ 3 bilhões.

 

 

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