Vacinação conta aftosa encerra nesta segunda-feira 31

Pecuaristas dos estados que não são livres de aftosa sem vacinação devem imunizar os bovídeos até esta segunda-feira (31). A finalidade da ação é evitar a doença, situação que favorece o transporte de animais vivos, produtos e subprodutos de origem animal, entre os estados do país e também para o exterior.

A expectativa do Ministério da Agricultura é que sejam aplicadas doses em 170 milhões de bovinos e bubalinos de todas as idades. No Espírito Santo ocorrerá para bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade. A comprovação da vacinação também é obrigatória e tem datas diferentes em cada estado e quem não vacinar paga multa.

As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização – incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.

O último caso da doença foi no Paraná, em 2006. Sete estados brasileiros não vacinam mais. Além de Santa Catarina foram incluídos o Rio Grande do Sul, Paraná, Acre, Rondônia e treze municípios do Amazonas e cinco do Mato Grosso. Ao todo, são mais de 45 milhões de cabeças que deixam de ser vacinadas, o que corresponde a cerca de 20% do rebanho bovino brasileiro, e 60 milhões de doses anuais da vacina.

Febre aftosa é uma doença infecciosa aguda que causa febre, seguida pelo aparecimento de vesículas (aftas), principalmente na boca e nos pés de animais de casco fendido. A doença é causada por um vírus do qual existem 7 tipos, que produzem sinais clínicos similares. Não há tratamento.

Da redação com o Agrolink

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