Futuros do açúcar iniciam a semana em alta nas bolsas internacionais

Os contratos futuros do açúcar iniciaram a semana em alta nas bolsas internacionais, recuperando parte das perdas da semana passada, quando os preços atingiram uma mínima de um mês e meio. Muitos trades liquidaram suas posições compradas diante de um cenário de mercado abastecido.

Na segunda-feira (24), em Nova York, na ICE, o açúcar bruto foi negociado, no vencimento julho/21, em 16,83 centavos de dólar por libra-peso, alta de 16 pontos no comparativo com os preços de sexta-feira. Já a tela outubro/21 subiu 14 pontos, com negócios em 16,98 cts/lb. Os demais lotes subiram entre 5 e 13 pontos.

Segundo a Reuters, “operadores afirmaram que o mercado tem suporte das contínuas preocupações com a colheita do principal produtor, o Brasil, assim como pela paridade de preço do etanol com açúcar no país”.

Os operadores afirmaram que o mercado está bem com os suprimentos por enquanto e a curva de estrutura dos futuros está fraca, então é improvável que fundos restabeleçam a posição comprada por enquanto, ainda segundo a Reuters.

Açúcar branco

Em Londres o açúcar branco também iniciou a semana em alta. Os lotes para agosto/21 foram firmados em US$ 449,40 a tonelada, alta de 2 dólares, ou 0,4% no comparativo com a sessão anterior. Já os contratos para outubro/21 subiram 2,70 dólares, com negócios em US$ 451,20 a tonelada. Os demais lotes se valorizaram entre 1,20 e 3,30 dólares.

Açúcar cristal

Pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, o açúcar cristal também iniciou a semana em alta. Ontem, a saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas em R$ 116,41, valorização de 0,33% no comparativo com os preços praticados na sexta. No mês, a variação positiva para o indicador, soma 3,13%.

Etanol hidratado

Já o etanol hidratado, medido pelo Indicador Diário Paulínia registrou sua terceira baixa seguida nesta segunda-feira. O metro cúbico do biocombustível foi negociado em R$ 2.894,00 contra R$ 2.930,50 de sexta-feira, desvalorização de 1,25% no comparativo entre as datas.

Da redação com o Agrolink

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