PACOTE DE BONDADE: Planalto libera R$ 1,13 bi em emendas parlamentares na semana de votação da Previdência . Confira outras informações na coluna JPM desta terça-feira(9)

ARTICULAÇÃO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O governo faz um esforço  concentrado para aprovar a reforma da Previdência . Nesta semana, foram liberados R$ 1,13 bilhão em emendas parlamentares voltadas para a área da saúde. A decisão está formalizada em 37 portarias editadas na segunda-feira, 8, à noite em duas edições extraordinárias do Diário Oficial da União (DOU) publicadas com data da segunda-feira.A liberação dos recursos ocorre na semana em que o governo trabalha na conquista de votos de deputados pela aprovação da reforma da Previdência na Câmara. O processo de votação da proposta deverá ser iniciado ainda nesta terça e se estender até o fim da semana.Levantamento da ONG Contas Abertas aponta  que, nos primeiros cinco dias de julho, o governo empenhou R$ 2,5 bilhões de emendas parlamentares.

 

 BOLSONARO OTIMISTA
Em entrevista, o presidente Jair Bolsonaro afirmou  que está confiante na aprovação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados antes do recesso parlamentar, que começa na semana que vem. “O [presidente da Câmara] Rodrigo Maia é nosso general dentro da Câmara para aprovar, antes do recesso [parlamentar], os dois turnos dessa nova Previdência”, disse.

EXPECTATIVA

O clima é impactante. O plenário da Casa inicia nesta terça-feira (9) a discussão da matéria. Aprovada na madrugada de sexta-feira (5) na Comissão Especial, após 16 horas de debates, o texto precisa do voto favorável de pelo menos 308 deputados, em dois turnos de votação, para ir à análise do Senado.

NOVO GENERAL

Apontado como general do Congresso, o presidente da Câmara está otimista na aprovação do texto com uma boa margem de votos, em torno de 330. Se validado pelos deputados, o texto segue para análise do Senado, onde também deve ser apreciado em dois turnos de votação e depende da aprovação de, pelo menos, 49 senadores.

APOIO POPULAR

Aumentou de 41% para 47% o apoio da população brasileira à reforma da Previdência nos últimos três meses, segundo pesquisa realizada pelo instituto Datafolha, publicada na manhã desta terça-feira, 9. A rejeição à medida caiu de 51% para 44%.

 

MINISTROS AFASTADOS

As exonerações dos ministros da Casa Civil da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, e do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, estão publicadas no Diário Oficial da União terça-feira (9). Ontem (8), o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, anunciou as exonerações dos ministros, que têm mandato parlamentar, para que participem da votação da reforma da Previdência, que tramita na Câmara dos Deputados.

PRESENÇAS VALIOSAS

“Os ministros que têm mandato já estão liberados para participarem da votação. O senhor presidente entende que a presença deles em plenário há de reforçar a presença do governo em plenário, no sentido que a Nova Previdência é essencial para o futuro do nosso país”, disse o porta-voz.

 

DESPESAS

O plenário do Senado deve concluir nesta terça-feira a votação de um projeto de lei , proposto em 2015 pelo então senador Waldemir Moka (MS), que obriga o preso a pagar o Estado por suas despesas na cadeia — com recursos próprios ou com parte de sua remuneração por trabalho na penitenciária. A proposta chegou a ser discutida no pleno há uma semana, mas teve a análise adiada pela segunda vez. O PLS 580 voltou à ordem do dia da Casa nesta terça-feira.

 

ECONOMIA

O percentual de famílias endividadas aumentou pelo sexto mês consecutivo no país. Em junho de 2019, o endividamento subiu 0,6 ponto percentual em relação a maio. A taxa faz parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Foi o maior registro de endividamento mensal desde julho de 2013.

 

FAMÍLIAS ENDIVIDADAS

Em relação a junho de 2018, o aumento foi de 5,4 pontos percentuais. Apesar do crescimento do endividamento das famílias, que chegou a 64,0%, a Peic identificou uma queda no número de famílias com dívidas ou contas em atraso, tanto na comparação mensal quanto na anual.O índice das famílias que declararam à pesquisa não ter condições de pagar as suas dívidas ficou em 9,5%, praticamente estável em relação ao mesmo mês de 2018, 9,4%.

FRASE DO DIA

“Vamos viver uma semana decisiva. O grande desafio nosso é a votação no plenário. Temos que mobilizar um número enorme de parlamentares, deputados, deputadas, para um tema que é fundamental e decisivo, mas a gente sabe que foi uma construção”, disse  o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia

 

 

 

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