Milho: chuvas e risco de geadas sustentam preços do grão, diz Safras

O mercado brasileiro de milho registrou preços firmes nesta quinta-feira, dia 23, mais uma vez. Segundo o consultor da consultoria Safras & Mercado, Paulo Molinari, com as chuvas e risco de geadas, houve  sustentação para as cotações.

Já em Chicago, a Bolsa de Mercadorias (CBOT) para o grão fechou com preços mais baixos. O mercado caiu pela primeira vez em nove sessões, realizando lucros após os ganhos consideráveis. A confirmação do auxílio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos(USDA) a produtores  norte-americanos deve encorajar o plantio do milho, apesar do clima adverso.

As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2018/2019, que tem início no dia 1o de setembro, ficaram em 442.100 toneladas na semana encerrada em 16 de maio. O volume representa uma retração de 20% frente à semana anterior e à das últimas quatro semanas.

O maior importador foi o Japão, com 185.800 toneladas. Para a temporada 2019/2020, ficaram em 183.900  toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 350 mil e 750 mil toneladas.

Os contratos de milho com entrega em julho de 2019 fecharam a US$ 3,89 3/4, baixa de 4,75 centavos de dólar, ou 1,2%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro de 2019 fechou a US$ 3,98 1/2 por bushel, recuo de 5,25  centavos de dólar, ou 1,3%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio

A moeda norte-americana encerrou a sessão desta quinta em alta de 0,14%, negociado a R$ 4,0460 para a compra e a R$ 4,0480 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a máxima de R$ 4,0720 e a mínima de R$ 4,0270.

Da Redação com informações do Canal Rural

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