Em um ano, preço médio do frango abatido tem valorização de 31% em MS

O preço médio do quilo do frango abatido no mercado atacadista de Mato Grosso do Sul atingiu os R$ 5,49 no mês em abril de 2019. O valor é 31% maior do que o registrado no mesmo mês de 2018, que foi de R$ 4,19, segundo dados do boletim Casa Rural, do Sistema Famasul.

Em relação a março desde ano, quando a cotação do produto era de R$ 5,43 o quilo, o valor de abril representou uma valorização de 1,1%.

No varejo da capital sul-mato-grossense, Campo Grande, a valorização para a maioria dos cortes foi ainda maior em abril frente a março do que no varejo do estado. O quilo do frango/galinha abatido teve incremento de 13,30%; da coxinha da asa, 11,05%; do peito, 8,86% e do coração de frango congelado 0,85%.

Em contrapartida, coxas e sobrecoxas sofreram uma retração de 11,12% e a moela de 4,55% na mesma comparação.

Abates

A circular destaca também que no primeiro quadrimestre de 2019 houve uma queda de 9,4% no número de abates de frangos e galinhas em Mato Grosso do Sul em relação ao mesmo intervalo de tempo de 2018, com a quantidade caindo de 57 milhões de animais para 51,6 milhões.

Com a redução de abates, a quantidade de carne produzida também caiu, 8,1%, de 138,7 mil toneladas para 127,4 mil toneladas, na mesma relação.

Exportação

Nos primeiros quatro meses deste ano, o estado ocupou a posição de quinto maior exportador de carne de frango do país. Embarcou 48,3 mil toneladas, o que resultou em um faturamento de US$ 88,9 milhões no período.

Em comparação com o acumulado de janeiro a abril de 2018, quando exportou 57,6 mil toneladas do produto, com receita de US$ 100,8 milhões, o estado registrou uma queda de 16,1% na quantidade e de 11,79% no resultado financeiro.

Em 2019, países da Ásia e do Oriente Médio foram os principais destinos do frango “made in MS”. A China lidera o “top cinco” do ranking de principais compradores, com a importação de 9,6 mil toneladas, o equivalente a 19,8% do total comercializado pelo estado. Depois aparecem: Japão, com 7,2 mil toneladas (14,9%); Emirados Árabes, com 7,1 mil toneladas (14,6%); Iraque, com 3 mil toneladas (6,2%) e Cingapura, com 2 mil toneladas (4,1%).

Da Redação com informações do G1

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *