Agronegócio reúne 70 deputados na maior frente parlamentar da Alesp

 

Assim como ocorre em Brasília, o agronegócio conseguiu reunir na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) representantes de partidos de esquerda e direita na maior frente parlamentar criada na Casa desde o início da atual legislatura, em 15 de março. De lá pra cá, a SP-Agro, como tem sido chamada, já agrupou 70 deputados – 75% do total. O objetivo é defender os interesses do setor que movimentou R$ 267,9 bilhões apenas no ano de 2017 em São Paulo e é visto por produtores rurais, representantes de entidades de classe e parlamentares como uma área subrepresentada no Legislativo paulista.

A SP-Agro tem representantes de 22 dos 24 partidos – ninguém do PSL ou do PSOL entrou no grupo. Os assuntos definidos como prioritários foram segurança no campo, defesa sanitária, seguro rural, tributação, incentivo à inovação e valorização das instituições de pesquisa e ensino, explica o deputado Itamar Borges (MDB), líder da SP-Agro. A reforma da Previdência também está no radar.

“A frente vem para propor melhorias e aperfeiçoamentos nas legislações que nascerem”, diz. Hoje, há 72 projetos que trazem impactos do agronegócio na Alesp. Entre eles, um que proíbe a criação de animais em confinamento. “Se proibir, acaba com a avicultura, com a suinocultura, com a pecuária”, diz Borges.

 

Da Redação, com informações do IstoÉ. 

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