Produtores de mudas aumentam em 20% sua produtividade e rentabilidade com nova estratégia de negócios

Cada negócio rural possui necessidades específicas que interferem na atividade como pragas nas plantações, falta ou excesso de chuva, compra de insumos excessivos, entre outros. Para ter êxito em qualquer negócio é imprescindível fazer um planejamento estratégico: estudo de mercado; principais concorrentes; tecnologias disponíveis – equipamentos ou novos métodos de plantações; entre outros.

A propriedade que não seguir um planejamento estratégico e não tiver um conhecimento técnico, pode ser tornar um elefante branco para o administrador e gerar sérios riscos de prejuízos e fracasso no negócio. Portanto, tudo tem que ser colocado na ponta do lápis.

Vamos a um “case” de uma importante empresa produtora de mudas no interior do estado de São Paulo, que conta com cinco hectares produtivos. Atualmente, eles fornecem mudas para São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Goiás e Mato Grosso do Sul.

No mercado desde 1999, a produção anual de muda chega a 1 milhão de mudas: 80% corresponde às mudas de café; 19% às florestais (eucalipto, mogno africano, acácia mangium e cedro australiano) e as ornamentais (sansão do campo e jambolão) são responsáveis por somente 1% da produção.

Os produtores tocavam o negócio, mas não tinham em mãos o real lucro da fazenda. “A empresa estava indo bem, mas faltavam informações importantes, para que pudessem evoluir no negócio. Não tinham o real custo de produção; nem processos de formação de preços e análise de desempenho da produção. Com a ausência destes dados, os produtores não investiam em novos equipamentos e expansões, porque não conseguiam visualizar o líquido real das vendas no futuro”, comenta o diretor-presidente da innovativa, Carlos Macedo.

De início, a innovativa realizou o levantamento de todos os insumos do processo de produção, dosagens e fracionamentos para entender todo o processo de cultivo. “Analisamos e distribuímos os custos fixos de acordo com o tipo de cultura e fases de crescimento e manutenção. Criamos uma base de dados cronologicamente estruturada para analisar a produção vendida, pedidos e limites de margens e descontos”, ressalta Macedo. Depois de toda esta análise, foram estabelecidos os limites de riscos aceitáveis para dar continuidade dos negócios em cada cultura.

Com informações do Portal do Agronegócio.

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