Etanol brasileiro ameaça independência americana, diz chefe ambiental de Trump

 

Agora aqueles produtores e outros apoiadores dos biocombustíveis dizem que as pessoas que o presidente Trump colocou para cuidar do assunto em Washington estão impulsionando, na verdade, os rivais da indústria petrolífera.

“Isso parece história de pescador”, diz o senador republicano por Iowa Chuck Grassley. “A grande indústria do petróleo e das refinarias está prevalecendo, apesar da conversa em sentido contrário”.

A questão é politicamente delicada para Trump, porque joga a industrial petrolífera contra os eleitores do meio-oeste que o ajudaram a se eleger. Trump repetidamente prometeu “proteger” o etanol. Mas encheu seu gabinete com aliados da indústria do petróleo, que consideram a política de apoio aos combustíveis renováveis muito cara e onerosa.

Os produtores de etanol estão particularmente perplexos com Scott Pruitt, o chefe da Agência de Proteção Ambiental (EPA). A agência tem proposto uma série de modificações na regulamentação em favor das petrolíferas e em prejuízo dos produtores rurais.

“A Casa Branca precisa segurar as rédeas da EPA antes que a agência destrua as promessas de Trump aos eleitores e, junto, a base rural de apoio ao presidente”, aponta Brooke Coleman, diretor executivo do Conselho Superior dos Biocombustíveis. “É de espantar que a Casa Branca não tenha percebido ainda a força dos ataques de Pruitt à política dos combustíveis renováveis”, acrescenta.

 

Com informações do Portal do Agronegócio.

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