PRIMATO: Indústria de alimentos para animais recebe investimento em automação

Após um ano de planejamento para a implementação dos equipamentos, no início do mês, os funcionários do setor receberam, por duas semanas, treinamento, acompanhamento e checagem para que o procedimento de envase das rações fosse alinhado a sua capacidade.

Equipamento – Para que fosse possível colocar em prática esse processo de ensacamento automatizado, foi necessário buscar no mercado internacional um equipamento que atendesse a necessidade de mudança no procedimento manual, até então utilizado. “O projeto da ensecadeira automatizada surgiu em setembro do ano passado, onde procurávamos uma solução para o nosso processo que era todo manual. Nele, a sacaria era de 40 quilos e isso tem um apelo ergonômico para nossos operadores, afinal, fazíamos todo o processo como, ensaque, costura, emblocamento, o que trazia uma morosidade e envolvia muitas pessoas no processo de estivagem até a ponta, nas agropecuárias”, explicou Juliano Millnitz, encarregado da Unidade Industrial de Toledo.

Sistemas – Como se trata de um investimento de aproximadamente R$ 3 milhões e exige que seja construído conforme as características da indústria, do clima e principalmente, do produto. “Começamos a avaliar sistemas diferentes e em uma viagem internacional de nossos diretores eles conheceram a empresa Premier Tech, que foi definida para implementação em nossa indústria”, comentou o encarregado que ainda completou, “a partir daí montamos um sistema que suprisse a nossa necessidade em termos de tamanho da sacaria, especificações técnicas de nosso produto, para chegar ao equipamento ideal em relação à produtividade, qualidade e variação de peso”.

Informações do Portal do Agronegócio. 

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