Mulheres recebem capacitação para aprimorar práticas agroecológicas

 

Preocupadas com o meio ambiente e com o objetivo de melhorar a comercialização de seus produtos, agricultoras familiares estão investindo em agroecologia no interior do Pará, em Igarapé Miri. Para fortalecer o trabalho desse grupo de mulheres rurais e aprimorar os negócios delas, a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), está capacitando as agricultoras com um curso que abrange desde a forma de manuseio dos alimentos até a organização de entrada e saída da produção.

Uma das técnicas ensinadas foi a caderneta de anotações, que ajuda na organização da propriedade. “Aprendemos a fazer a caderneta agroecológica, em que anotamos o que produzimos, o que consumimos e o que vendemos. Descobri que boa parte do meu consumo eu tiro da minha propriedade e isso tem aumentado a minha renda”, ressalta Benedita Gonçalves, secretária da Mulher no Sindicato de Trabalhadores Rurais de Igarapé Miri.

Para o delegado da Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário do Pará (DFDA-PA), Andrei Castro, representante da Sead no estado, é de extrema importância ver o agricultor receber esses recursos. “É muito bom ver essas políticas públicas chegarem na ponta. Estamos conseguindo levá-las para quem realmente precisa. Vale a pena trabalhar assim”, comenta.

Os recursos da capacitação vêm de um dos Termos de Execução Descentralizada (TED) da Sead e as agricultoras já plantam mandioca, arroz, milho e plantas medicinais. Tudo de forma agroecológica. Uma escolha feita tendo em vista os benefícios econômicos e ambientais. “Com a produção sem agrotóxico, temos um produto de mais qualidade e um consumo mais seguro, além de cuidar da nossa área e proteger a nossa floresta”, explica Benedita.

Com informações do Portal do Agronegócio.

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